A Gente
Começa e acaba sempre na mesma pessoa.
Sou eu que ouço, que traço e que respondo. Quando um projecto pede mais mãos, chamo gente em quem confio — mas a responsabilidade nunca muda de dono.
Carlos Filipe Cruz
Estratégia · Design · Direcção de arte
O estúdio é pequeno por escolha. É isso que me deixa tempo para ouvir bem, pensar devagar e entregar trabalho que ainda faça sentido daqui a cinco anos.
Pequeno não quer dizer fechado. Quando um projecto pede fotografia, ilustração, som ou mais braços no desenvolvimento, trago quem já sei que trabalha como eu. O que não muda é quem ouve, quem decide e quem responde — do primeiro email à última entrega.
Percurso
Ando nisto desde os dezassete. Comecei por querer saber como é que as coisas se fazem — e nunca deixei de querer.
Aos 17
O design todo de uma vez, numa vila alentejana
Comecei a estudar design pelas suas várias vertentes ao mesmo tempo: interiores, moda, gráfico, animação e fotografia. Nunca cheguei a escolher só uma.
Aos 18
A primeira agência
Primeira experiência profissional como designer, numa pequena agência de design no Alentejo.
2005
O primeiro trabalho pago
No verão do segundo ano do curso, numa gráfica. Comecei a carreira do lado onde o desenho passa a papel e já não há como voltar atrás.
Universidade do Algarve
Licenciatura em Design de Comunicação
Depois de concluir o curso técnico de design, decidi levar a coisa mais longe.
2012
Por conta própria
Lancei-me como freelancer, a trabalhar ao mesmo tempo em empresas como designer: branding, identidades visuais, websites, campanhas digitais, redes sociais, paginação, fotografia e, mais recentemente, vídeo.
A leccionar
Professor convidado
Sempre gostei de explicar e de partilhar o que sei. Ser convidado a dar aulas na Universidade do Algarve foi a cereja no topo do bolo: vários anos no Mestrado de Design e, em 2025, na licenciatura em Design de Comunicação. Continua a ser especial — voltei a estar com os professores que me formaram, agora como colegas.
Hoje
ccstudio
Continuo a explorar novas aprendizagens e formas de criar, com um objectivo só: passar uma mensagem relevante de forma irreverente.
O que ganha quem trabalha com um estúdio pequeno.
01
Tempo a sério para o trabalho
Se aceitei o projecto, é porque tenho tempo para ele. Não fica à espera numa fila, atrás de outros seis.
02
Trabalho à vista cedo
Prefiro mostrar cedo e imperfeito a desaparecer um mês e voltar com quarenta slides. Corrige-se melhor a meio do que no fim.
03
Mais mãos quando o projecto pede
Se for preciso fotografia, ilustração ou mais gente no código, trago quem confio. A direcção e a responsabilidade continuam minhas.
04
Fico depois da entrega
O manual na mão e o site no ar não são o fim. As dúvidas que aparecem seis meses depois também são minhas.